Estamos aproveitando a mudança para dar uma geral nos pertences e passar adiante o que não temos usado ou nunca usamos. Hoje fiquei tentando reduzir a quantidade de roupas que tenho, mas tá difícil.
Tenho a tendência a nunca jogar roupa fora, porque morro de preguiça de comprar novas (acho tudo feio e caro). A sorte é que as que eu tenho costumam servir por um longo tempo (tipo, até estragar). E que minha mãe costure, e volta e meia decida fazer uma calça ou vestido pra mim. No fim das contas, eu até que ando bem-vestida (pelo menos eu acho).
Então eu penso mil vezes antes de passar uma roupa adiante. Mesmo que ela esteja fora de moda, porque acredito piamente que uma hora a tendência volta. Às vezes eu levo peças para a casa da minha mãe para ver se alguma das minhas irmãs ou tia quer, e um ano depois eu acho as que ninguém quis, fico toda feliz e pego de volta. O Maridinho morre de rir. Ele até tentou instituir uma política de que as roupas que saem daqui de casa não podem mais voltar, mas não conseguiu implementá-la, porque ele não as reconhece!
Fiquei muito tentada a usar aquela regra que manda dar fim em tudo que você não usou nos últimos seis meses (incluindo vários sapatos de salto alto, que eu abandonei mesmo). Mas puxa. Estou mudando de cidade - e se em Brasília o povo andar todo nos trinques e eu me sentir obrigada a entrar no esquema? Vou ter de comprar tudo de novo? Aí não, né? Nessa horas o poupancismo (é: agora, ao invés de pão-dura, me intitulo de poupançuda) fala mais alto.
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Além disso, vamos ter de contratar uma empresa de mudança mesmo, e vai custar uma fortuna mesmo. Uma caixa a mais de roupa não faz diferença.
O problema, claro, vai ser elas não caberem no guarda-roupa do futuro e diminuto apê.