Gente, muito obrigada pelas ideias no último post. Vou adotar todas! Menos as saias e os saltos, que eu acho elegantes, mas desconfortáveis e limitadores de movimentos (tenta atravessar a rua correndo com eles, tenta. Ou sentar em cima das pernas, o que eu adoro fazer). Além de perigosos: a
Sarah acaba de levar um tombão cinematográfico por conta do salto alto.
No mesmo tema de roupas de trabalho, olhem só que interessante: quando o Maridinho voltou a trabalhar, ele comprou uma calça social, cinco camisas igualmente sociais e pronto, resolvido. Inspirada por ele (vocês sabem, a Kate Moss perdeu o post de ícone de moda e beleza para o Maridinho), voltei na loja em que ele havia comprado camisas bonitas e em conta (a Riachuelo), pronta para adquirir o equivalente "de moça".
Que não encontrei. A única camisa feminina social disponível era, claro, justa, com elastano e ficava mal-enjambrada no corpo, além de custar 70 reais. Enquanto as camisas do Maridinho eram 100% algodão, vinham em bonitas cores e listras, e saíram 30% mais baratas.
Não tive dúvida: marchei para o outro lado da loja, escolhi uma camisa masculina no menor tamanho disponível e comprei.
Tive que cortar um pedaço no comprimento, é verdade. Mas o resultado final foi muito positivo: a camisa é linda, é muito confortável e, apesar das mangas longas, é fresca. Puro algodão, sabe como é.
Recomendo.