quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O Caso das Caronas
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O Caso da Pão-Durice Elegante
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
O Caso da Aparência de Poder
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O Caso das Ótimas Dicas
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O Caso do Novo Posto
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O Caso da Aflição
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O Caso do Segredo do Sucesso
domingo, 31 de outubro de 2010
O Caso do Dia D (de Dilma)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O Caso da Fofura

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
O Caso do Sebinho
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
O Caso do Feminismo e os Bebês
terça-feira, 28 de setembro de 2010
O Caso dos Dotes Culinários II
domingo, 26 de setembro de 2010
O Caso da Ambição Atual
O Caso dos Dotes Culinários
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O Caso da Beleza
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O Caso do Túnel do Eixão
sábado, 18 de setembro de 2010
O Caso dos Pelos (Mais Um)
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
O Caso da Maquiagem Tipo Lápis de Cor
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O Caso da (Falta de) Tevê a Cabo
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O Caso dos Chinelinhos em Brasília
domingo, 12 de setembro de 2010
O Caso dos Instalados e Felizes
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O Caso do Novo Lar
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O Caso da Primeira Semana em Brasília
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
O Caso da Caça ao Apartamento
domingo, 29 de agosto de 2010
O Caso do Início de uma Era
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O Caso das Regras
De vez em quando eu dou uma pipocada nos blogues de moda e maquiagem, que antes me agradavam tanto, para ver se eu estou perdendo alguma coisa. Conclusão: acho que não estou, não. E eventualmente eles são divertidos, juro. É só não levá-los muito a sério.
domingo, 22 de agosto de 2010
O Caso da Sapatada
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O Caso das Unhas
Olha, eu acho que unhas feitas são lindas. Mas também acho que não faz sentido elas serem uma exigência em entrevistas de emprego ou contato com o público (para as mulheres, claro). Porque unhas não influem em nada na competência ou na eficácia da profissional.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O Caso das Partidas
Quando terminei o segundo grau e as faculdades, me lembro de ter visto colegas chorando e se descabelando no baile. Eu não derramei uma mísera lágrima. Imaginei que eles tinham aproveitado essas épocas muito mais que eu, porque afinal estavam se rasgando todos pelo fim de uma era.
Acho que a questão é que eu não tenho coração mesmo.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
O Caso do Dilema Habitacional 3
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
O Caso do Dilema Habitacional 2
Esqueci de falar no último post: a minha defesa do apartamento pequetito não é simplesmente uma questão de poupancismo. Trata-se de toda uma concepção de vida (hoho). É que ultimamente tenho pensado muito na questão do consumo desnecessário.
Um apê maior significa significa mais conforto, mas também mais móveis e mais espaço para limpar, conservar e decorar. E será que a diferença de conforto é tanta assim? Eu e o Maridinho somos só dois. Não temos filhos nem animais de estimação. Se a gente quiser ficar sozinho para ler ou emburrar, dois quartos resolvem o problema.
Com poucos armários, não vou ficar acumulando objetos. Pensarei dez vezes antes de comprar itens novos (e olha que eu já penso nove). Se os móveis do apartamento atual não couberem no apartamento novo, gente precisando é o que não falta.
E tem outra: estou confiando que em Brasília vamos ficar menos caseiros. Porque lá tem parque, biblioteca, cinema, restaurante, show. Um novo e maravilhoso mundo fora de casa! Acho que a irmã I. nem vai ter mais razão para nos chamar de camisolões.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
O Caso do Dilema Habitacional
(Ah, não morri. Estou tomando anti-alérgico, anti-inflamatório e antibiótico, e estou quase jóia.)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Caso da Virose
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
O Caso do Substituto
Eu adorava maquiagem. Adorava mesmo. E gostava de moda também. Só que comecei a achar que maquiagem e moda, embora neutros em sua existência, estavam sendo usados para reforçar a preocupação do mundo com a aparência da mulher, com resultados adversos para ela (e para mim). Aí abri mão deles.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O Caso do Chocolatismo
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O Caso do Apartamento em Brasília, Segunda Parte
Fiquei torcendo para uma coisa muito boa acontecer com o meu rival de apartamento, mas no fim das contas ele não tinha é fiador. Então em tese o apêzinho simpático ficou disponível (pelo menos por algumas horas), mas Maridinho e eu caímos em nós e percebemos que estávamos num desespero injustificado pra arrumar lugar pra morar em Brasília. E que mandar amigos e parentes olharem apartamentos pra gente e tirarem medidas não é mesma coisa de irmos pessoalmente.
Não restará pedra sobre pedra. Ou banheiro amarelo sobre cozinha florida.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O Caso do Apartamento em Brasília, Primeira Parte
quarta-feira, 28 de julho de 2010
O Caso dos Cabelos de Prata
Mais um bonito fio platinado apareceu, dessa vez no alto da cabeça. O legal é que esses fios são meio espetados, o que quer dizer que eventualmente me livrarei da minha cabeleira lambida original e finalmente terei um pouco de volume.
O Caso do Aviso
(Só pra vocês não acharem que sou uma esnobe horrível que não responde aos comentários. Eu sou uma esnobe horrível, mas respondo aos comentários.)
terça-feira, 27 de julho de 2010
O Caso do Corpo Útil
Sempre fui péssima em esportes. Mas ninguém se preocupava com isso, porque, afinal, eu era uma criança magrela. O povo queria era que eu comesse mais e me agitasse menos.
Minha preocupação com o corpo começou lendo Capricho e continuou por meio da revista Cláudia e da revista Nova. Elas queriam que eu tivesse uma pele lisa e uniforme e nada de gorduras localizadas. Como alcançar o ideal? Fazendo tratamentos estéticos e usando produtos de beleza, claro (olá, consumo!). Quando aparecia alguma indicação de atividade física, o objetivo era só perder peso.
Há três anos anos achei que não estava tão magra quanto habitualmente e acompanhei o Maridinho em uma dieta. Perdi cinco quilos, o equivalente a quase 10% do meu peso. Não fez diferença alguma em minha vida, a não ser na satisfação de comprar roupas tamanho 36. E isso lá é conquista que faça alguém se orgulhar? Fala sério. Não é como se eu tivesse perdido peso por motivos de saúde. Foi pura vaidade.
Enquanto isso, continuei descoordenada, fraquinha, sem fôlego e sem consciência corporal. Mas isso não importa, porque afinal de contas eu sou magra, né?
Pois é, cansei. Eu não quero mais um corpo magro, eu quero um corpo útil. Que tenha força e coordenação, que consiga carregar pesos grande não fique batendo em quinas por aí. Que, em caso de necessidade, consiga me defender.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
O Caso da Riqueza
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O Caso do Bagulhismo
Eu não sei se é porque, quando eu era pequena, tinha de dividir tudo com a irmã D.; ou se é porque minha mãe adota o lema “quem guarda tem”. Só sei é que sempre fui adepta do bagulhismo radical, isto é, da capacidade de nunca jogar nada fora, e ainda requisitar o que os outros querem dar fim.
Isso é passado. Depois que arrumei um maridinho minimalista, fui percebendo que não precisava guardar todas as caixas vazias dos presentes de casamento (eu me agarrei a elas durante umas boas semanas), nem todas as revistas que eu compro, nem todos os livros que ganho. O que não quer dizer que virei uma pessoa totalmente desprendida – a roupas, como já contei, sou mais apegada -, mas melhorei bastante. Juro.
Mesmo assim, os preparativos da mudança estão sendo uma prova de fogo. Se dependesse do Maridinho, ele ia só com a roupa do corpo, o computador e a televisão. Já eu fico tentando avaliar se, na nossa nova vida, vamos precisar justamente naquele negocinho que, aqui, passamos seis meses sem usar.
Maridinho me convenceu facilmente a doar a bicicleta ergométrica e pesinhos e caneleiras do tempo do onça, mas fico dividida quanto aos itens de cozinha. Tudo bem que as nossas habilidades culinárias atuais se restringem a brigadeiro, ovo mexido e sanduíche, mas vai que em Brasília viramos gourmets? Lá tem um monte de lugares que vendem ingredientes diferentes e interessantes, oras.

quinta-feira, 8 de julho de 2010
O Caso dos Conselhos
domingo, 27 de junho de 2010
O Caso do Guarda-Roupa
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O Caso dos Cortes
domingo, 20 de junho de 2010
O Caso do Envelhecimento Feminino
Muitos percebem a aparência como veículo de ascensão social e como capital no mercado de trabalho, de casamento e de sexo. Para aprofundar essa discussão, estou fazendo um estudo comparativo com mulheres brasileiras e alemãs na faixa de 50 a 60 anos.
Já nas primeiras entrevistas, constatei um abismo entre o poder objetivo que as brasileiras conquistaram e a miséria subjetiva que aparece em seus discursos. Elas conquistaram realização profissional, independência econômica, maior escolaridade e liberdade sexual. Mas se preocupam com excesso de peso, têm vergonha do corpo, medo da solidão.
A discrepância entre a realidade e a miséria discursiva das brasileiras mostra que aqui a velhice é um problema muito maior, o que explica o sacrifício que muitas fazem para parecer mais jovens. A decadência do corpo, a falta de homem e a invisibilidade marcam o discurso das brasileiras. De diferentes maneiras, elas dizem: "Aqueles olhares e cantadas tão comuns sumiram. Ninguém mais me chama de gostosa. Sou uma mulher invisível".
Curiosamente, as brasileiras que se mostram mais satisfeitas não são as mais magras ou bonitas. São aquelas que estão casadas há anos. Elas têm "capital marital". Em um mercado em que os homens disponíveis são escassos, principalmente na faixa etária pesquisada, as casadas se sentem poderosas por terem um "produto" raro e valorizado. Aqui, ter marido também é um capital.
No Brasil, onde corpo e marido são considerados capitais, o envelhecimento é experimentado como uma fase de perdas ainda maiores. Já na cultura alemã, em que diferentes capitais têm mais valor, a velhice pode ser uma fase de realizações e de extrema liberdade.
sábado, 12 de junho de 2010
O Caso Dessa Vida
quinta-feira, 10 de junho de 2010
O Caso dos Cabelos Brancos



domingo, 6 de junho de 2010
O Caso dos Modelos
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O Caso da Visita à Brasília
terça-feira, 1 de junho de 2010
O Caso da Foto 5x7
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O Caso da Declaração
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O Caso da Senhoura
terça-feira, 18 de maio de 2010
O Caso do Machismo na Literatura
O Mariozinho é um bom escritor. Me diverti durante umas horas com ele, e fiquei querendo saber como a história ia terminar. No livro, o narrador conta, em primeira pessoa, suas aventuras e desventuras com o amor de sua vida - a menina má -, com quem ele se encontra e desencontra tendo como pano de fundo da Europa e do Peru durante as décadas de 60, 70 e 80.
Só que o "amor de sua vida" não está nem aí pra ele. Ela diz e demonstra, repetidas vezes, que não o ama e que mal gosta dele. Na verdade, ela o procura só quando está encrencada e precisa de ajuda.
Ou seja, trata-se de uma história típica de amor obsessivo. Em outras palavras, ela fala mil vezes "não" e ele se recusa a escutar, entender ou acreditar. Porque mulher não tem querer, né? Ou não sabe o que realmente quer.
A cena da primeira vez em que eles fazem amor é constrangedora: ela desinteressada e passiva, ele em êxtase. Mas a experiência dela não importa - o que importa é que ele esteja feliz, não é mesmo?
Isso não é romântico. É machista. É coisa de filmes e livros em que o "herói" beija a mulher à força e aí, finalmente, ela cede. Porque ela não sabia que, no fundo, ela queria, entende?
No fim das contas, o machismo é ruim pra todo mundo. O protagonista joga a vida fora por causa da menina má.
Bem-feito.
(Obs: toda vez que o hômi reencontra a moça, a primeira coisa que ele diz pra ela é que ela está linda. Que nunca esteve tão bonita. Que está mais linda do que antes. Que ele tinha medo de que ela não estivesse mais bonita. E é claro que, nos períodos em que por alguma razão ela não está linda, ele não quer encostar nela. Típico.)
terça-feira, 11 de maio de 2010
O Caso da Reflexão sobre os Comentários 2
Acho que existem dois focos que estão misturados aqui. Se pensarmos que o mundo é assim mesmo e que é mais prático se adaptar a ele, é claro que o melhor é tentar tirar o melhor da situação, reduzindo um pouco os cuidados de beleza e obedecedendo às regras muito difundidas (tipo depilação). Aí a idéia é "ser livre" ou "ser feliz", seguindo mais ou menos as regras do jogo. E é uma escolha válida, claro.
Mas existe um outro foco, e é nele que eu estou me concentrando. Porque as mulheres são 70% dos pobres do mundo, recebem salários menores pelo mesmo trabalho, são vítimas de violência doméstica e estupro; as carreiras tipicamente femininas (como enfermagem e ensino)são desvalorizadas; no Brasil o aborto não é legal, diversas religiões são contra os métodos anticoncepcionais e que quem sofre as conseqüências disso são as mulheres.
Nesse foco eu vejo uma co-relação entre a importância dada à aparência feminina, as restrições feitas pela sociedade em relação aos nossos corpos (regime/ausência de pelos/salto alto), a rivalidade que esses aspectos criam entre nós e aqueles problemas ali atrás.
É claro que eu posso estar redondamente enganada. É claro que tem muitas outras maneiras de ser feminista. É claro que eu não sou legal/esperta/humanista porque não uso colarzinho e que quem usa colarzinho é boba/feia/chata. Sim, eu me depilo, embora com menos freqüência e aplicação do que antes; e sim, eu aprecio o que é belo.
Mas meu novo lema é: menos beleza, mais justiça.
domingo, 2 de maio de 2010
O Caso da Reflexão sobre os Comentários
De fato elas acabam sendo. As mulheres adotaram um monte de peças do guarda-roupa masculino, e os homens não quiseram nenhuma das nossas (fora algumas exceções como o Maridão da Lúcia, que usa saia). A razão me parece óbvia - quem quer se vestir como esses seres de segunda classe, as mulheres?
Mas a minha intenção, ao preferir as roupas unissex, não foi eliminar as supostas características femininas do meu visual. Foi, primeiro, fazer uma declaração política, no sentido "não sou enfeite". A maior parte das roupas "de moça" são justas e/ou curtas e/ou decotadas; ornamentadas; coloridas. Os acessórios são essencialmente estéticos e só eventualmente úteis. Em suma, são peças que, na minha opinião, estavam dizendo "olha como a minha aparência é importante. Veja como não me importo de empregar tempo e recursos para atingir esse visual harmonioso."
O segundo objetivo era ganhar tempo e mobilidade, mesmo. Roupas unissex, cores neutras, sapatos básicos e confortáveis combinam todos entre si. Eu fico pronta num instante. Mala é questão de minutos. Caminhar mais que o programado não me detona os pés. Se eu precisar me abaixar, pegar alguma coisa do chão, fugir de um incêndio, saia justa e sapato alto não vão me dificultar a vida.
E, sinceridade? Minhas roupas são unissex por definição (calça, camisa, sapato baixo), mas não no sentido que um homem mais ou menos do meu tamanho as usaria sem piscar o olho. Minhas calças têm cintura baixa e, obviamente, lugar para os quadris; minhas camisas são acinturadas, ou ficam, quando eu as coloco para dentro; meus sapatos de trabalho têm fivelinha ou lacinho (procurei sem e não achei).
No caso das roupas apropriadas para o calor, eu admito que a gente tem mais opções que os moços. Só que as alcinhas, saias, shorts e rasteiras vêm com um preço, que não é baixo: para expôr os nossos membros por aí, pele sem pelos e unhas feitas, fazendo favor. Eu trocava na hora o privilégio das blusinhas e vestidos pelo privilégio de estar pronto para ir ao clube a qualquer momento, sem preocupar com depilação/gordurinhas. Ainda que esse segundo privilégio venha acompanhado de uns momentos calorentos em festas e no trabalho.
Aí entra uma questão de ponto de vista: eu já achei a maior vantagem ter muitas opções de modelito. Hoje não acho mais, porque vejo que junto vem um monte de coisas não tão legais. Como o consumo, a competição, o excesso de importância da aparência, a existência de inúmeros códigos de comportamento (um homem vai a um casamento de manhã, de tarde e de noite de terno. No máximo muda a cor. Uma mulher precisa de roupas e acessórios completamente diferentes para cada uma dessas ocasiões).
O que nos leva a outra discussão: até que ponto expressamos nossa individualidade com o que a gente usa? Principalmente porque a gente mora no Brasil e qualquer visual "fora do padrão" gera olhares tortos (vide o Maridão da Lúcia)? Folheando as revistas femininas (e eu já as folheei muitíssimo), a gente mal encontra meia dúzia de possibilidades: a sensual, a clássica, a romântica, a rebelde (= metais e couro preto), a poderosa (que é a sensual rica) e... e o que mais, mesmo?
Sou toda ouvidos.
terça-feira, 27 de abril de 2010
O Caso da Pequena Mudança
Além do mais, não dá pra esconder o fato de que eu sou mulher, seja lá o que isso signifique. Lembro que a uns dois anos tive uma psicóloga picareta que dizia que eu tinha que "desenvolver minha feminilidade". E eu perguntava "Mas o que é feminilidade?". E ela respondia "O que é feminilidade PRA VOCÊ?".
Pois é, acho que ninguém sabe direito. (E se alguém responder que é batom, saia e cor-de-rosa leva uma sapatada. E de sapato macio e sem salto, tá?)
Mas uma coisa eu sei: o fato de ser mulher não é um limite. É um ínicio de possibilidades.